Marinha n.º 2 - J. G. de Araújo Jorge


Em teus braços, sou como um barco
desarvorado,
por roteiros perdidos...

E o meu desejo é este vento
que levanta procelas
em teus sentidos...

Ah!morrer assim
como um marinheiro,
e mergulhar, e me afogar...
... e encontrar meu destino e meu fim
em teu corpo de mar...


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