Dádiva - Gonçalves Reis

 

Aos velhos amigos -
e os novos que vieram

A dádiva de ter um grande amigo,
É flor que desabrocha num jardim,
E na jornada feita – até o fim –,
Nas horas de tropeço, um abrigo.

Estando num abismo – em perigo –,
No afã, que só fomenta e faz-se enfim,
Um gran buraco ao peito mais carmim,
Um bálsamo se torna e “a frente sigo”

Com essa força extra – esse presente,
Um elo que se forma – qual corrente,
Ah... torna a experiência – aqui – incrível...

Quem pode explicar a amizade,
Que quando nasce vai pra eternidade,
Brilhando numa estrela indescritível...
20/07/09

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